Há dias em que todos somos Lisbeth Salander.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Me myself and I
Quanto mais vejo blogs alheios, mais penso:
Vive a tua vida e que se lixe a dos outros. TU importas mais.
Um pouco de amor-próprio não faz mal a ninguém.
Por isso, quando não consigo dormir com um problema qualquer, agora o mote é dizer para dentro até adormecer:
"tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz,tu és feliz, tu és feliz..."
É um bocado neurótico, mas, lá está, um pouco de amor-próprio nunca fez mal a ninguém.
Vive a tua vida e que se lixe a dos outros. TU importas mais.
Um pouco de amor-próprio não faz mal a ninguém.
Por isso, quando não consigo dormir com um problema qualquer, agora o mote é dizer para dentro até adormecer:
"tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz, tu és feliz,tu és feliz, tu és feliz..."
É um bocado neurótico, mas, lá está, um pouco de amor-próprio nunca fez mal a ninguém.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Love me
Ontem armei-me em dona de casa (quase) perfeita.
Foi ver o homem a chegar e a sair para ir correr, e, durante essa horinha de ausência, fazer uma sopa de espinafres e pãezinhos de cenoura e linhaça (mesmo sem ter ovos em casa) e espremer laranjas para o sumo do pequeno-almoço de hoje.
Ainda levantei a roupa do estendal e voltei a fazer uma máquina.
Mas a máquina fui eu.
E por causa disso, o destino deixou-me ver isto.
Nota bene: para quem anda a ver o Downton Abbey, tipo o A., isto é um MAJOR spoiler. Não vejas.
Ando uma lamechas de todo o tamanho, mas amor também é comer pãezinhos quentes e emocionar-se com qualquer coisa que entrou no olho, ao mesmo tempo que estamos agarradinhos no sofá.
Que sorte que tenho.
Foi ver o homem a chegar e a sair para ir correr, e, durante essa horinha de ausência, fazer uma sopa de espinafres e pãezinhos de cenoura e linhaça (mesmo sem ter ovos em casa) e espremer laranjas para o sumo do pequeno-almoço de hoje.
Ainda levantei a roupa do estendal e voltei a fazer uma máquina.
Mas a máquina fui eu.
E por causa disso, o destino deixou-me ver isto.
Nota bene: para quem anda a ver o Downton Abbey, tipo o A., isto é um MAJOR spoiler. Não vejas.
Ando uma lamechas de todo o tamanho, mas amor também é comer pãezinhos quentes e emocionar-se com qualquer coisa que entrou no olho, ao mesmo tempo que estamos agarradinhos no sofá.
Que sorte que tenho.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Pour toujours
Em 2012, ousa ir onde ainda não foste, ou aonde não vais há muito tempo.
Faz coisas novas, atreve-te.
Procura o novo no que já conheces também.
E ousa ir para lá do óbvio.
Ama ousadamente
Atreve-te.
Respira ousadamente.
Corre ousadamente.
Ousa o que mereces,
e o que devias merecer.
Não te acomodes.
Atreve-te.
Para ler, a ouvir isto:
Faz coisas novas, atreve-te.
Procura o novo no que já conheces também.
E ousa ir para lá do óbvio.
Ama ousadamente
Atreve-te.
Respira ousadamente.
Corre ousadamente.
Ousa o que mereces,
e o que devias merecer.
Não te acomodes.
Atreve-te.
Para ler, a ouvir isto:
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Insane in the brain
Está a ser um dia estranho. Nem bom, nem mau, simplesmente estranho.
De manhã, enquanto estendia a roupa comecei a ouvir uma violenta discussão entre um casal, que vinha de algures de uns dos prédios circundantes.
Quando digo violenta, digo que nunca pensei que duas pessoas que estão juntas se pudessem tratar assim. Que se pudessem chamar tantos nomes, bater tanto na mesa, no chão. Gritar assim para toda a freguesia ouvir.
Liguei para a polícia, meia assustada, "vem daqui, não é da minha rua, mas não lhe sei dizer de que rua é, nem de que prédio. Presumo que seja da rua L.". Resposta pronta do outro lado: "não se preocupe. É um casal, não é? Já sabemos o que é e a polícia já está a caminho".
Fiquei mais tranquila e já descobri de onde vinha para o caso de se repetir. Mas não fiquei bem.
Foi violentíssimo e eu fui espetadora.
Depois, acho que tenho uma stalker no Facebook, a mesma que anda atrás do A. e que deve ter sido quem me ligou na semana passada para logo desligar.
Hoje não é dia de Reis. É dia dos doidos.
Cruzes credo.
De manhã, enquanto estendia a roupa comecei a ouvir uma violenta discussão entre um casal, que vinha de algures de uns dos prédios circundantes.
Quando digo violenta, digo que nunca pensei que duas pessoas que estão juntas se pudessem tratar assim. Que se pudessem chamar tantos nomes, bater tanto na mesa, no chão. Gritar assim para toda a freguesia ouvir.
Liguei para a polícia, meia assustada, "vem daqui, não é da minha rua, mas não lhe sei dizer de que rua é, nem de que prédio. Presumo que seja da rua L.". Resposta pronta do outro lado: "não se preocupe. É um casal, não é? Já sabemos o que é e a polícia já está a caminho".
Fiquei mais tranquila e já descobri de onde vinha para o caso de se repetir. Mas não fiquei bem.
Foi violentíssimo e eu fui espetadora.
Depois, acho que tenho uma stalker no Facebook, a mesma que anda atrás do A. e que deve ter sido quem me ligou na semana passada para logo desligar.
Hoje não é dia de Reis. É dia dos doidos.
Cruzes credo.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Primeiro Dia
São já cinco anos.
Falámos nisso, na primeira vez que ouviste falar de mim, em tantas memórias e no que virá.
Disseste, sem solenidade, só espontaneidade:
"Encontrei-te e nunca mais te deixei. É isso. Encontrei-te e nunca mais te deixei".
Falámos nisso, na primeira vez que ouviste falar de mim, em tantas memórias e no que virá.
Disseste, sem solenidade, só espontaneidade:
"Encontrei-te e nunca mais te deixei. É isso. Encontrei-te e nunca mais te deixei".
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