sexta-feira, 30 de setembro de 2011

My same

Ontem recebi uma mensagem de uma amiga. Aparentemente estava a dar um filme no canal Hollywood, cuja personagem principal, chamada Jane, seria super parecida comigo.
Diz ela a dada altura:

JANE
  Come on -- don't take it the
  wrong way.  I just know about
  things.
Humpf, não vejo as parecenças...
O filme é este:

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Tonight will be fine

Falávamos neles no Domingo.
Que estarão sempre cá.

Entre nós há cumplicidade permanente. Daquela que permanece mesmo que passem dez anos, quinze, vinte. Mesmo que durante esses anos todos não nos víssemos.

Vamos sempre sentir na pele os sorrisos e as lágrimas, uns dos outros. 
Vamos estar sempre lá, mesmo que não estejamos.

Entre nós já houve mortes e já houve doenças e outras coisas más que tais. Estivemos juntos.
Entre nós já houve vidas novas, já houve casamentos e pedidos de casamento, noivados e passagens de ano.

Somos filhos uns dos outros, numa linha indelével.
Não é família, é Família.

MJ e T., estaremos todos sempre cá.


What other Guy

Estou a ficar demasiado parecida com a minha mãe.
Ela sempre gostou de Leonard Cohen.
Eu gosto do filho e das palavras bonitas que escreve.



I know what you look like in the morning...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Patience

Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência, Haja paciência.

Já chega de merdinhas, por favor.
Depois das lâmpadas e das pilhas que avariaram e que comprei erradas e depois lá comprei as certas, depois da chave partida dentro do aparador (e que ainda lá está), depois do susto com o P. e de passarmos a noite inteira nas urgências do São José e descobrir que felizmente não é nada de grave, depois de a televisão não dar sinal e de já ter combinado que a vão buscar amanhã, depois do telhado novo mais uma vez atrasar e de eu ter tanto medo que chova e que fique com uma inundação em casa quando mudarem o telhado, depois disto tudo, gostava que já chegasse de merdinhas por agora e me deixassem um bocadinho em paz, sozinha ou muitíssimo bem acompanhada sem nada de nada de mais picuinhices chatas de coisas adultas. Se baterem mais à porta, ligarem ou mandarem email, recebem o out-of-office ou vão parar ao voicemail.
Agora é assim até daqui a duas semanas - uma de pré-férias e cansaço e outra de férias puras. E que se lixe.

Só se pode ser verdadeiramente feliz com estas merdinhas às vezes pelo meio, não é?...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Dancemos no Mundo

Os meus últimos dois dias têm sido preenchidos com merdinhas daquelas que cansam.
Nada de especial, fora a obsessiva que anda atrás do A. (o que me preocupa), temos a chave do aparador novo e caríssimo que se partiu dentro da fechadura, a lâmpada do frigorífico que fundiu, o telecomando que ficou (outra vez) sem pilhas, a enxaqueca do costume...
Quando ontem fui comprar os bilhetes ao Dona Maria, às 19h10 e descobri que a bilheteira tinha fechado às 19h00 pensei que ia começar a chorar.

Em vez disso, fui muuuuiiiittttoooo simpática para com o "bilheteiro" que ainda lá estava e depois de pedir com muito jeitinho (vá, insinuei levemente com um sorrisinho), comprei os 8 bilhetes.

Mas tudo isto é suplantado pelo facto de te ver assim feliz.
Já merecias há tanto tempo, C.

Continua a contar as novidades com esse sorriso por detrás das palavras.
Esqueço-me das merdinhas e lembro-nos, a mim e ao P., de como foi naquele Janeiro de há quase cinco anos.
"Lembras-te? Andávamos a dormir em pé. É que nem dormíamos!". E depois dou-lhe um beijinho e "até logo, meu amor, tem um bom dia". Ele sai do carro e eu sigo. A dançarmos, juntos, no mundo.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Home (Edward Sharpe & Magnetic Zeros)

Este fim-de-semana foi perfeito.
Bem sei que trabalhaste, mas fomos àquele Chinês da Mouraria, ilegal, pela primeira vez e cheios de amigos.
E depois foi o Sábado, todo passado em Campo de Ourique. O Jardim da Parada, uma série de lojas e lojinhas, a feira de rua, a livraria e a Padaria Portuguesa com uma salada de salmão e molho de cebolinho.
Midnight in Paris e antes ainda houve sushi com os cada vez mais cúmplices T. e S.

Domingo com visitas quase surpresa, brasuca e espanhol, com direito a caminho pela Estrela, gelado na Artisani e apanhar o eléctrico (!) até à baixa. Primeira vez no cais das colunas e a pé para casa para fazer um jantar de tapas, contigo, com eles e mais a P. que também se juntou.

Home is whenever I'm with you.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Estar à espera ou procurar



Em analogia à impossibilidade de riqueza, mas da necessidade de aproveitar bem a vida com o que se tem.
Resultado de uma "reflexão" por email, entre amigos:

Assumo como exemplo os meus avós maternos. Esses viveram muito, com 4 filhos, de forma nunca extraordinariamente confortável, mas suficiente, até que venderam a "casa de família", que precisava de obras que eles não podiam pagar, para comprar um apartamento. Com o dinheiro que sobrou, foram a Macau, Hong Kong e Índia, a maior viagem que fizeram, e ainda levaram os netos todos a Cabo-Verde. Hoje a minha avó tem uma pensão boa, algum dinheiro no banco, mas muito pouca vontade de o gastar. É velhinha. Quando pôde, gastou-o e gastou-o bem. E sabe bem disso.

Já os meus avós paternos, sempre viveram mais do que modestamente. Sem despejar a água do autoclismo para não gastar, a deitar-se às 19h00 para não gastar dinheiro em luz e aquecimento... 
Tudo fazia prever que a vida modesta que levavam era motivada pela magra reforma do meu avô (a minha avó nunca trabalhou depois de casar). Viemos a descobrir, depois da morte da minha avó, que o meu avô ganha mais de reforma do que o que eu ganho por mês. É muito? Não, mas tem de chegar. Sem dívidas (pagaram a casa a pronto) e sem gastos, tem obviamente muito dinheiro no banco. E nem sequer é muito ligado aos filhos. 
Para quê? 
Agora é viúvo, está só e desmotivado pela crença absoluta que tinha de que morreria rapidamente se ficasse viúvo. Está doente, não quer tratar-se (sequer fazer exames) pois diz que não quer viver mais. 
Para quê pergunto novamente?...

aproveitar bem, como se pode. Sempre.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Does your mother know

Talvez seja estranho ainda me surpreender, mas parece que ainda há mães assim:


in Facebook do Querida Júlia, a propósito do período menstrual.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Set Fire to the Rain

Sempre fui assim, a ouvir músicas em repeat, até à exaustão, como se não houvesse mais nada, nada mais mesmo, que existisse para ouvir.
Quando era pequena, aceitava as chantagens da minha irmã e lavava a loiça, para em troca, poder ouvir três vezes a banda sonora da Evita. Isto na aparelhagem da sala, a única que havia e aos berros.
"Don't cry for me argentina", no sótão e tudo, três andares acima.

Não mudei.
O Set Fire to the Rain está a tocar nos meus ouvidos, non stop, desde as 9 da manhã (por vezes descuido-me e o Rolling in the Deep ou o Crazy For You também passam). Non stop, com leitura de contrato por cima, contas novas de outro.Gasto o calcanhar aos pulos, único movimento discreto que posso fazer e às vezes até mexo a mão. Hoje em dia, há auscultadores. Que bom para os outros, e para mim.

"But I set fire to the rain,Watched it pour as I touched your face,
Well, it burned while I cried,
Cause I heard it screaming out your name, your name!"

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

I think I'm ready

E o camandro e tal e coiso.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

One year of love

"Just one year of love is better than a lifetime alone", diz o nosso Freddie.
Continuemos todos os anos que vierem.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Happiness



Estas férias não foram mais do que uma gigantesca lufada de ar fresco, e isso já é mais, muito mais, do que seria esperado.
Voltei com ideias, com energia, com capacidade de trabalho, com optimismo e motivação como há muito não tinha.
Na Sexta-feira, a próxima, tenho aquilo que, espero, representará o fecho da nuvem que tem tingido alguns, muitos, dias dos últimos dois anos. Se tudo correr bem, e vai correr, vou descobrir que tudo se foi.
E isso é tão bom como férias.

Faço um ano de casada, voltei de férias, as coisas avançam e vai tudo correr bem.
Não há como não estar feliz.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Barbie Girl

Voltei de férias e dessas falarei depois, com mais calma.
Hoje é dia de descobrir que a Barbie se casou e que o Ken está dez anos mais novo.
Será a Barbie que também tem direito ou nós que somos um pouco Barbie?...

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"Super-talented—and super-creative!—photographer Beatrice de Guigne masterminded this ingenious photo shoot then captured it all on film over three days."