Para o H. que é meu pai, para o T. e para a MJ.
Foi assim que ele cantou. Cheio de sotaque, mas tão, tão bem.
Há momentos que vale a pena aproveitar, assim tão sugadinhos numa só canção ou música.
Há momentos em que nos sentimos a renascer um bocadinho por dentro.
Não tem de haver medos de telefonemas, simplesmente tem de haver vida.
Obrigada por terem estado ontem, lá, connosco.
Como um raio de sol nos cabelos da Luiza do Jobim e do Kurt Elling.
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