sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Ô ô

Ó ó, olha para mim a dançar em ritmo de sexta-feira à tarde.
Ah ah, há muito tempo que não estava assim felizzzzz
Sh, sh sh, shiu que ninguém sabe, nem se deve dizer,
Eh eh eh é que eu amanhã já não estou.

Vou!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Holiday

Aparentemente o Cérebro meteu férias antes do resto do corpo.
Farta de lutar, desisto, rendo-me. Vai lá de férias que a gente já te apanha.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Wonderful World

Dizem que não é possível fixar um momento e permanecer indefinidamente nele.
Se fosse, eu fixava aquele em que dancei contigo no dia 4 de Setembro de 2010.
Estava lá tudo.

Não sou nostálgica, sou feliz (e um bocadinho lamechas).

terça-feira, 9 de agosto de 2011

The Roof is on Fire

Orçamentar um telhado novo não é definitivamente nada fácil.
Acima de tudo há as inseguranças de quem não sabe absolutamente nada sobre o assunto, nada ajudadas pelo facto de cada empreiteiro ter uma opinião diferente, e uma sugestão de "novo" telhado diferente.

Indecisões...
E ainda assim, a malta até está por cá e ainda não foi de férias.

Só quero resolver isto até sexta, para depois disso poder descansadamente achar que sou livre.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Dès que le vent soufflera

Memórias.
Saber que daqui a uma semana vou voltar a passar por tantos sítios que fazem parte das minhas memórias de infância - como já re-passei lá várias vezes - sabe bem, mas também é nostálgico.
De repente, lembrei-me das minhas férias com a M. e a família dela, eu gordinha ela bailarina, no meio da Vendée. Nas viagens de várias longas horas (Nice - La Rochelle - Vendée - Paris), aprendi mais argot do que o que sei em português. 
E tudo graças ao Renaud e ao Éric, pai da M., que se divertia a ensinar-me a escrever as novas palavras em SMS à minha mãe. A Flo, mãe da M., reprovava. 
Dava qualquer coisa como isto:
"Ho, ma vielle. On fais la flotte et on part dans la barraque avec la baignolle déguas...", o que traduzido daria qualquer coisa como: "Tudo fixe, velhota? A gente saímos da praia e estamos a caminho da barraca, na charranca que tá uma bela merda".

Memórias boas.


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Meu amor é Teu

Não houve dia melhor para ver a primeira parte do José e Pilar, guardado na nossa box há já tanto tempo (uns dois meses?).
Entre a sopinha amarela de feijão verde, ouvimos as declarações sobre Deus, sobre o Cansaço e sobre o Amor e sorrimos um bocadinho também com aquela cumplicidade partilhada.
Desligámos a televisão e estávamos outros.
Que lição de vida irrepreensível.

A televisão também pode servir para nos mudar para melhor.
A segunda parte, essa, não perde pela demora.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Moon River

Aqui a romântica inveterada até está um bocadinho céptica em relação à notícia, mas não deixa de ser bonito.


Thad Roberts era então um estudante que trabalhava nas férias de Verão no Centro Espacial Johnson, que a agência espacial NASA tem em Houston, no Texas. Com mais duas raparigas, Rebecca, a namorada, e Sandra, que também ocupavam as férias na NASA, puseram o cofre com os 271 quilos de rochas, de valor superior a um milhão de euros, num jipe e passaram, nas calmas, pela segurança do centro espacial.

Não tardou muito, porém, que os três autores da golpada fossem detidos pelo FBI. Tudo porque Thad Roberts, sob o pseudónimo Orb Robinson, começou a procurar na Internet um comprador para as rochas. Pôs um anúncio no site do Clube de Mineralogia de Antuérpia. Um dos seus membros, Axel Emmermann, mostrou-se interessado, mas contactou o FBI. Entre as mensagens trocadas com um agente, Thad Roberts dizia: "É proibido vender rochas das missões Apolo nos EUA. Isto não me desencorajou. Mas tenho de me certificar que este negócio é tratado com cuidado."

Resultado, as rochas foram recuperadas (mas ficaram contaminadas pelo ambiente da Terra) e Thad Roberts foi condenado a quase oito anos de prisão. A sua história chegou agora às livrarias norte-americanas, em Sex on the Moon: The Amazing Story behind the Most Audacious Heist in History (algo como Sexo na Lua: A Extraordinária História por Detrás do Mais Audicioso Golpe da História), por Ben Mezrich.

O livro termina com Thad Roberts a sair da prisão depois de cumprir a pena. É aqui que fica a saber-se o verdadeiro móbil do crime. "No cofre ia a substância mais preciosa. Um tesouro nacional, de valor incalculável, algo que nunca tinha sido roubado e, de facto, nunca poderia ser substituído. Thad não tinha a certeza de quanto valia o conteúdo do cofre. Mas sabia que, se quisesse, podia ser o homem mais rico do mundo", lê-se. "Mas para Thad nada disto tinha realmente sido pelo valor monetário do conteúdo do cofre. Queria era cumprir uma promessa à rapariga sentada ao lado [logo após o furto], com o braço por cima do ombro dele. Prometeu dar-lhe a Lua."

Assim que chegaram a um motel, espalharam as rochas por cima da cama e fizeram amor.