Tive provavelmente o sonho mais bonito de sempre, mesmo que ridículo.
Deitada algures, provavelmente num hospital, sabia que tinha tido um filho. Estava aflita, porque por alguma razão não o tinha visto ainda.
Depois, os braços de alguém chegaram com ele, um rapaz, e fiquei com os olhos marejados de lágrimas.
Peguei nele, "este é que é o meu Tomé", pensei, e de repente tão só isto num sentimento tão bonito quanto indescritível. Deve ser qualquer coisa como amor de mãe.
Depois olho bem para ele. Perfeitinho. E não tinha óculos aos quadradinhos, mas tinha barba, o que para mim era perfeitamente normal.
Acordei e eu que sempre pensei que um dia teria meninas, descobri que no dia em que for, há-de ser o que for.
P.S- Que se lixe quem ler isto. Não gozem, mas podem rir.
E não não estou a tentar ter um filho. Houve uma altura em que pela impossibilidade de poder tê-los a vontade até estava mais presente, mas desde que tive "alta" que a serenidade me deixa olhar para as coisas de outra forma. E sonhar não faz mal a ninguém.
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