segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sei de um rio (II)

Neste fim de semana, fomos ao Caixa Alfama.
Gostei muito, mesmo muito.
Percorrer as ruas de Alfama, conhecer coletividades, aperceber-me de casais cinquentões, cúmplices, juntos, a passear no seu primeiro festival.

Ouvi fado muito bom.
E depois, ouvi o Camané.

Mais uma vez soube de um rio.
É a sorte que sentimos, a comoção das vozes bonitas, do íntimo criado mesmo que haja 500 pessoas à roda.

"Meu amor, dá-me os teus lábios
Dá-me os lábios desse rio
Que nasceu na minha sede
Mas o sonho continua…

E a minha boca (até quando?)
Ao separar-se da tua
Vai repetindo e lembrando
"- Sei de um rio…
Sei de um rio…"




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