Tem o bandolim (ukulele não é?) que ele detesta.
Tem imensas coisas que ele detesta.
E no entanto, é nele que penso quando ouço isto.
Ninguém diz que não vai durar para sempre, mas tem tudo para durar.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
When we dance
A nossa vida conjugal mudou desde que a E. nasceu.
É perfeitamente normal, e mesmo assim não mudou muito.
Aqui há dias dei por mim a pensar que já não dançávamos os dois juntos na sala, espontaneamente, desde que a E. tinha poucos dias.
Dessa vez, dançámos os três, agarradinhos, ao som do Eu sei que vou te amar (na versão do Tom Jobim) e eu de lágrima (hormonal?) no olho.
Ultimamente tenho andado mais cansada. Ela tem dormido mal, comecei a trabalhar e ainda não estamos a 100% nesta nova rotina.
Ando a dormir de pé.
Mas sei que vai melhorar, porque melhora sempre e continuamos a ser P + J.
E somo-lo independentemente de também sermos P + J = E.
É perfeitamente normal, e mesmo assim não mudou muito.
Aqui há dias dei por mim a pensar que já não dançávamos os dois juntos na sala, espontaneamente, desde que a E. tinha poucos dias.
Dessa vez, dançámos os três, agarradinhos, ao som do Eu sei que vou te amar (na versão do Tom Jobim) e eu de lágrima (hormonal?) no olho.
Ultimamente tenho andado mais cansada. Ela tem dormido mal, comecei a trabalhar e ainda não estamos a 100% nesta nova rotina.
Ando a dormir de pé.
Mas sei que vai melhorar, porque melhora sempre e continuamos a ser P + J.
E somo-lo independentemente de também sermos P + J = E.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Mais Ninguém
Queria voltar a escrever aqui.
Queria voltar, mas queria que fosse especial e o tempo depois de começar a trabalhar tem passado a correr.
Tenho saudades das noites bem dormidas e dos fins de tarde a fazer nenhum.
Dos jantares a dois (que às vezes, como ontem, ainda podemos ter - e que bem que nos fazem).
Mas não trocaria por nada a vida que tenho agora.
Estou, sou, tão feliz. E completa.
Mesmo quando a E. está doente - já esteve (e o coração fica mesmo pequenino!).
Há sempre razões para rir, dançar, brincar, voltar a fazer parvoíces porque agora é normal.
Sentia falta, e nem sabia bem, deste voltar à inocência e à malandrice.
De poder deitar a língua de fora, de cantar no meio da rua, de fazer coreografias no carro, dos ataques de cócegas no meio de um elevador ou de uma loja de vinhos.
É tão bom poder voltar ao que somos de melhor.
Encontro energia que não sabia que tinha.
Rezo para que esta noite ela durma finalmente bem.
Mas também, se não dormir, paciência; nada que um xi-coração, uma festinha e um abracinho não resolvam. E compensem.
Queria voltar, mas queria que fosse especial e o tempo depois de começar a trabalhar tem passado a correr.
Tenho saudades das noites bem dormidas e dos fins de tarde a fazer nenhum.
Dos jantares a dois (que às vezes, como ontem, ainda podemos ter - e que bem que nos fazem).
Mas não trocaria por nada a vida que tenho agora.
Estou, sou, tão feliz. E completa.
Mesmo quando a E. está doente - já esteve (e o coração fica mesmo pequenino!).
Há sempre razões para rir, dançar, brincar, voltar a fazer parvoíces porque agora é normal.
Sentia falta, e nem sabia bem, deste voltar à inocência e à malandrice.
De poder deitar a língua de fora, de cantar no meio da rua, de fazer coreografias no carro, dos ataques de cócegas no meio de um elevador ou de uma loja de vinhos.
É tão bom poder voltar ao que somos de melhor.
Encontro energia que não sabia que tinha.
Rezo para que esta noite ela durma finalmente bem.
Mas também, se não dormir, paciência; nada que um xi-coração, uma festinha e um abracinho não resolvam. E compensem.
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