Ontem tive a confirmação de algo que já sabia há muito: ter a Ema foi um pequeno milagre.
Ter acontecido naquela altura de forma espontânea. Foi um pequeno milagre.
Voltei para casa em paz. Talvez com mais vontade que um novo milagre - mas já não tão milagre assim - aconteça.
Que se lixe o dinheiro, que se lixe o trabalho, que se lixe o cansaço (há-de cansar tanto mais).
A vida é o que deixamos de amor. E o que levamos de coração cheio.
E talvez por isso, acordei as vezes que foi preciso para te dar conforto, querida Ema. E com muito mais paz do que há muitos dias.
A vida é o que deixamos de amor.
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