De um dente do siso ou do Voto de Silêncio
Era uma vez um dente do siso que ainda nem tinha nascido e foi à vida. Não houve lágrimas, nem tão pouco dor. Houve muito gelo, mudanças de almofada e lugar na cama. Risos causados pela inexpressão da anestesia e até um susto quando chegaste a meio da noite e não te lembraste que eu estava do teu lado.
Houve voto de silêncio a partir das 16 horas e fenómenos estranhos de falar consigo próprio sem perceber.
Houve purés, iogurtes, Cerelac e algumas invenções pastosas bem sucedidas.
Houve 14 horas de sono, seguidas, desculpadas com o cocktail de drogas e houve alguma chateação por não poder comer as coisas crocantes que vimos no Masterchef.
Aos poucos tudo volta ao normal... e parece que não me posso queixar de ter passado por um sofrimento horrendo, porque não passei...
Do Bin Laden
Parece que numa colmeia, quando morre a Abelha Rainha, as outras abelhas tratam de escolher, dos ovos ou das larvas mais especiais, uma nova Rainha. Nasce esta e mata todas as outras candidatas, assumindo o seu posto enquanto magnífica e única Abelha Rainha.
E mais não digo.
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