Preparar-se,-nos,-me para as mudanças que aí vêm, mesmo que não estivessem necessariamente previstas.
Saber que há amor, que a E. virá em Março (e não espera), que vamos estar sempre juntos para apanhar o comboio.
Saber que o momento mais triste, dentro do carro, a ouvir isto, enquanto arrancávamos, é só um momento necessário. Mas é só isso e não mais: um momento.
Porque o comboio não pára e o destino lá à frente é sempre melhor.
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