Às vezes, é triste ter de fazer figas.
Neste caso, figas para ainda ir a tempo, para dizer adeus e dar um beijinho à avó F. que costumam dizer que é parecida comigo.
Parece que não há nada a fazer, senão dar-lhe algum conforto, um beijinho, e um adeus até à próxima, que há-de ser um dia.
Por mim e por si, aguente-se até sábado, por favor. Sei que não tenho direito a pedir isto, mas peço.
Mando por agora, por aqui pelo mundo virtual que Avó não conhece, um beijinho que vai chegar a si.
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