Já na caixa do supermercado, auto-intitulou-se "o moribundo mais bem-disposto da Lapa". Tinha na mão um cachimbo, e "uma fome dos diabos". 3 cancros, contou, e uma quimioterapia que o fazia "enjoar para dentro". Olhos brilhantes (e não parecia ser de febre), rosto enrugado mas não amargurado.
Ar maroto.
"Eu só desejo que todos tenham uma vida longa e feliz", disse sorridente.
Há personagens assim, no meu bairro e noutros tantos, lições de vida ambulantes.
Portanto, a opção foi pela pannacota e bolachas de batata doce!
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