sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Vou dar de beber à dor

Vou dar de beber à dor, mas sem dor.
Estou cheia de sono, ainda pouco adaptada às diferenças horárias, de umas férias magníficas e de seis horas a menos na labuta, mas muito muito feliz.

Vou dar de beber à dor, porque sabe bem ouvir um fadinho no trabalho mais tranquilo de agosto.
Posso estar cheia de sono, mas é estranho, estou cheia de energia e de optimismo como precisava mesmo.

Pode ser do budismo dos tailandeses, ou do hinduísmo dos cambojanos, mas sinto-me mais eu. O que passou passou, e deixou de ser sombra.
Daqui para a frente, até pode haver quisto e outros desafios novos, ou decisões novas, mas sobretudo há um futuro brilhante e cheio de força.

E há noites dormidas todas de seguida, 8 horas seguidas de sonhos ou sono profundo.
Isto sim, sou eu.


Sem comentários:

Enviar um comentário