terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Let it Go

Querida Filha,

Espero que tenhas paciência para ver comigo os filmes da Disney. E cantar e dançar muito (será que vou maldizer estes desejos?).
No Domingo, fomos ver a Lisbon Film Orchestra e vi as miúdas todas em êxtase com o Let it Go/Já passou, do Frozen. Fiquei curiosa, tentei saber a história, ouvi o original.
A caixa de Pandora que fui abrir...

Quando tu nasceste, isto era o top do Billboard.



Em 2014, mais nenhum outro CD conseguiu bater os records de venda do Frozen.
Presumo eu que seja para ouvir no carro.
(e a vontade com que estou de ir aos berros a cantar isto na auto-estrada)

Let it go! let it Go! (ó meus deus, pobre marido...)


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Counting Stars

Os dias passam tão rápido.
Entre trabalho, coisas para fazer, cuidar da E., parece que quase tudo me passa entre os dedos e não consigo agarrar. É uma questão de hábito.

Dizem que daqui até aos 18 anos, vai ser assim.
Vê-la crescer de repente, agora quase a andar, a berrar porque quer qualquer coisa (how nice)...
Senti-la doente e quebrar-me toda por dentro, entre o angustiada por ela e o angustiada por nós ("já só mais faltava mais esta").

"Nem esteve assim tão doente" disse eu ao pediatra da urgência. Num espaço de 3 meses, só teve uma gripe, uma diarreia, uma virose gastrointestinal, uma bronquiolite, uma otite e agora um exantema viral qualquer motivado em parte pela toma de antibiótico (e o nariz já está de novo ranhoso, já disse?). "Acha pouco?".

Entre as maleitas tivemos 2/3 semanas perfeitas que compensam tudo, mas custa muito muito sentir a vida num alvoroço não por causa dela, mas por causa do que apanhou.
Não é fácil.

E depois é vê-la crescer tão rápido, sentir que não consigo segurar tudo, lembrar-me de tudo, chegar a tempo de escrever tudo no livro dela (ou quase tudo).
Sentir que passa tudo tão rápido que ela pode não chegar a sentir que a amo tanto mas tanto.

É uma questão de hábito, talvez. E de não esquecer nunca que a vida é melhor com ela. Por ela.


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

I lived

Houve uma altura da minha vida em que me tornei mais fria (ainda o sou, confesso, quando o P. está doente como se o mundo fosse acabar, mas com jeito vamos lá!).
Acho que me tornei fria porque precisava: já tinha tido suficientes desilusões. Simplesmente isso.

Quando olho para a E. penso que ela também vai apanhar muitas desilusões. Mas espero que não se torne mais fria. Ou pelo menos que lhe aconteça o que aconteceu comigo. Que um dia, do nada, talvez o dia em que a primeira filha dela nasça, o mundo volte a ter sempre cores. E que viva, cada vez mais. A sério.

De repente, sou mais eu: já não tenho tanto medo (dos outros, mas tenho medo por ela, confesso). Já arrisco mais, já rio, já vivo, já gargalho sem medo de conveniências. Passei a preocupar-me menos com o que os outros acham.
Mas também passei a sentir mais na pele o que me rodeia.
Da bebé do Dubai, a quem doei pela primeira vez. Ao pensar que morreu tenho calafrios.
Da outra miúda de 9 meses que engoliu um gancho e por complicações várias também morreu.
Tento recusar-me a pensar muito nisso,  é difícil.

Mas depois vejo isto, publicado por uma amiga minha cuja filha tem fibrose cística e volto a pensar na força, na coragem e na vontade de viver que é uma obrigação nossa.
A E. fez ontem oito meses.
Que sorte que tenho, que temos, tanto que tenho aprendido.
Aprendes comigo também, filha?

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Pásion

Hoje à noite, provavelmente por causa de ter lido este post e de andarmos a falar em mudar de casa (embora eu não esteja preparada para tal), tive um pesadelo.

O P. pedia-me o divórcio e dizia-me que tinha pressa para ter a papelada pronta. Que ia voltar a casar no dia 15 de setembro.

E eu ficava sem chão. Mas, mas, mas...
Mas então e nós?
Mas como és capaz?
Mas então e a E.?
E eu?
E a nossa família?
E o que é que eu vou fazer?
Como é que vou conseguir arranjar dinheiro para ter outra casa?
Sozinha?

E estava assim, aflita, a chorar, os meus pais incrédulos ao saber da notícia....
Sem chão.

Depois a E. começou a chorar e eu levantei-me para ir confortá-la.
Aliviada, muito aliviada, por ser só um pesadelo. Que coisa horrível.

Chupeta reposta, voltei para o quentinho da cama, abracei-o e deixei-me ficar juntinha.
É tão bom ter-te aqui.

"Tengo un corazón ganando
Yo sé que vos me estas escuchando
Con mis lagrimas te quiero
Pasión, sos mi amor sincero

Ay, abrazame esta noche
Y aunque no tengas ganas
Prefiero que me mientas
Tristes breves nuestras vidas
Acercate a mí, abrazame a ti por Dios
Entregate a mis brazos"

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Tiro liro liro

Ela janta.
De repente tosse, linguinha de fora meia dobrada...

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, a miúda vai vomitar......
"cá em cima está o tiro liro liro, lá em baixo está o tiro liro ló"

Ainda nos vamos rir disto.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Love like this

Tem o bandolim (ukulele não é?) que ele detesta.
Tem imensas coisas que ele detesta.
E no entanto, é nele que penso quando ouço isto.



Ninguém diz que não vai durar para sempre, mas tem tudo para durar.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

When we dance

A nossa vida conjugal mudou desde que a E. nasceu.
É perfeitamente normal, e mesmo assim não mudou muito.
Aqui há dias dei por mim a pensar que já não dançávamos os dois juntos na sala, espontaneamente, desde que a E. tinha poucos dias.
Dessa vez, dançámos os três, agarradinhos, ao som do Eu sei que vou te amar (na versão do Tom Jobim) e eu de lágrima (hormonal?) no olho.

Ultimamente tenho andado mais cansada. Ela tem dormido mal, comecei a trabalhar e ainda não estamos a 100% nesta nova rotina.

Ando a dormir de pé.
Mas sei que vai melhorar, porque melhora sempre e continuamos a ser P + J.
E somo-lo independentemente de também sermos P + J = E.





quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Mais Ninguém

Queria voltar a escrever aqui.
Queria voltar, mas queria que fosse especial e o tempo depois de começar a trabalhar tem passado a correr.

Tenho saudades das noites bem dormidas e dos fins de tarde a fazer nenhum.
Dos jantares a dois (que às vezes, como ontem, ainda podemos ter - e que bem que nos fazem).
Mas não trocaria por nada a vida que tenho agora.

Estou, sou, tão feliz. E completa.
Mesmo quando a E. está doente - já esteve (e o coração fica mesmo pequenino!).

Há sempre razões para rir, dançar, brincar, voltar a fazer parvoíces porque agora é normal.
Sentia falta, e nem sabia bem, deste voltar à inocência e à malandrice.
De poder deitar a língua de fora, de cantar no meio da rua, de fazer coreografias no carro, dos ataques de cócegas no meio de um elevador ou de uma loja de vinhos.

É tão bom poder voltar ao que somos de melhor.

Encontro energia que não sabia que tinha.
Rezo para que esta noite ela durma finalmente bem.
Mas também, se não dormir, paciência; nada que um xi-coração, uma festinha e um abracinho não resolvam. E compensem.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O teu lugar

Já não escrevo aqui há muito tempo.
Durante a licença de maternidade preferi ocupar o tempo livre de outra forma.
Na semana passada, voltei ao trabalho e trabalhei, trabalhei, trabalhei...
A E. ficou com o P. e eu vim tranquila e segura; sabia que ela não podia estar em melhor mãos.

Hoje a E. entrou para a escola.
Fomos nós que a escolhemos - e bem.
Sempre disse que "tinha de ser", que nem vale a pena ficar a pensar "que pena", que é inútil estar com com dúvidas de insegurança...
E, no entanto, hoje o meu coração ficou mais apertado.

Que não chore muito, peço.
Que o dia passe rápido, espero.
Que num instantinho todos saibamos o nosso lugar e sejamos felizes com isso (mesmo aquele bebé que entrou ao mesmo tempo que a E. e chora o tempo todo).
Que não mudemos o que somos intrinsecamente: bem dispostos, contentes, com energia.

O lugar da minha filha é onde ela está.
Mas sempre também aqui dentro, onde hoje, sobretudo hoje, está a fazer tanta falta.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Your Song (versão Ellie Golding)

Quando dizem que um bebé ocupa muito tempo e que não há tempo para mais nada não é bem verdade.
A verdade é que passamos o tempo de outra forma, regulamos as horas, mas nem as vemos, e no fim do dia estamos genuinamente cansados, de um cansaço extraordinário e indescritível.
Há dias difíceis, há dias em que parece que não entendemos nada. Será talvez sono, insegurança, tudo junto desta responsabilidade avassaladora, costumo repeti-lo muitas vezes. Mas depois passa.

Ela acorda todos os dias às 8 e adoramos.
Sorri, gargalha, leva as mãos à boca.
Gestos simples e mágicos que nos enchem de boa disposição.

Quando soube que estava grávida pedi poucas coisas: que fosse saudável, inteligente e muito bem disposta.
Tive sorte, também veio calminha para facilitar a vida a quem se imagina facilmente com uma família maior do que três.

Não é mentira quando dizem que o que se sente pelos filhos é melhor e maior todos os dias.
Mas só depois da Ema nascer é que, com conhecimento de causa, posso acreditar nisso.
Já gostava muito da minha filha quando ela nasceu, antes mesmo de nascer, mas agora... cresce todos os dias, talvez porque ela também já me diz que gosta muito de mim.

Já gostava muito da nossa filha, peço desculpa.
Nossa, sem possessivos possessivos brutos... nossa.
Podia usar todos os clichés, dizer que parece um milagre, dizer que é uma mistura dos dois, dizer todas essas verdades mas era foleiro e piroso, talvez.
Em vez disso, digo que sempre amei o P.. Mas agora amo mais.
E mais ainda de cada vez que vejo os dois juntos cúmplices, como serão sempre, a sorrir dos olhos e da boca.

O que há mais nesta casa por estes dias é muito simples.
É Amor.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Thank you, stars

Já tens duas semanas e estás a crescer.
Hoje achei que me sorriste, mas deve ter sido impressão minha, de mãe que te contempla hora sim, hora sim.

Eu que me delicio a ver-te crescer, quero lembrar-me de ti assim, como quando te vi pela primeira vez.

Sou mãe.
E tu és a pessoazinha mais bonita que já conheci.






terça-feira, 4 de março de 2014

O mais feliz da vida

39 semanas hoje.
E a E. sem aparecer.
Não faz mal nenhum, temos tempo.

Descubro que sou mais ágil quando me mexo, que nem me doem nada as costas e que só não dá muito jeito andar muito porque a barriga está mais baixa e às vezes prende os movimentos. Mas sinto-me muito mais eu do que há quatro semanas atrás em que me sentia uma lontra redonda de sofá. E no entanto, a barriga está, dizem, muito maior.

Hoje comprei um tamboril mais ou menos com o peso que ela deve ter quando nascer. Arroz de para o jantar e morangos para o lanche - sem nada, inteiros como gosto.

No Pingo Doce não foi preciso pedir prioridade a ninguém, nem na peixaria nem na fila para pagar. Senti-me tratada um bocado como se fosse um alien. Será que as grávidas de termo não devem ir ao supermercado? Têm medo que a coisa aconteça "ali"?
E no entanto continuo a achar que seria muito mais importante que me cedessem a prioridade quando passei um dia inteirinho não grávida de pé e de saltos de 8 cm (eu sei que é pouco, mas para mim é o máximo).

Já converso com ela para lhe dizer que ainda está com tempo mas que convém que comece a pensar sair. Só que ainda há bocado lhe pedi que esperasse por amanhã à tarde porque amanhã de manhã os senhores do Continente vêm fazer uma entrega e dava jeito estar alguém em casa.

E toda a gente diz que por esta altura a mulher está mais estúpida, mas eu acho que é mentira.
Estúpidas ficamos quando nos mandam ficar no sofá e não mexer.
Eu só estou selectiva: não estou para aturar chatices do trabalho, aliás, chatices nenhumas, só me apetece fazer o que me apetece, mas ando a ter conversas mais inteligentes do que nos últimos dois meses.
E tenho ido ao cinema.

E., pensando bem, se quiseres demorar mais quatro ou cinco dias a mamã não se importa nada.
Mas vem bem!

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Eu me lembro

Podes vir quando quiseres.
Toda a gente diz que "a barriga está mais baixa".
O médico acha que "ainda estás atrasada".
E eu estou completamente tranquila.

Entretanto, vou fazendo experiências culinárias: pão de espelta e aveia, granola, barrinhas de cereais, lasagna, cordon bleu, bolo de chocolate da landeau (testing testing!).

E vou tendo dúvidas, daquelas que sei que vão resolver-se quando vieres: muda-se a fralda quando? antes ou depois de dar de mamar? Leva-se logo as malas para dentro da maternidade ou espera-se depois de nascer e o P. vai levá-las?... e por aí fora.

Ao som de música nova.
Como esta:



Deve haver poucas alturas mais bonitas na vida de uma pessoa.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

I'm Coming Home

De repente passaram-se 36 semanas.
Quem diria que isto que quisemos tanto durante tanto tempo passaria tão rápido.
Já falta muito pouco para chegares, quatro semanas no máximo, menos se quiseres.

Já somos uma família de três.
Já pensamos sempre em ti, já te tentamos imaginar, já pensamos a três (sem deixar também de pensar a dois, e a solo, como é suposto ser).
Já sabemos antes de vires que vai haver momentos difíceis mas temos a certeza certezinha que vamos ser todos, juntos, mais felizes.

Diz que só se sabe depois de se sentir isto, esta coisa inexplicável para lá do Amor.
Já gosto de ti antes de te conhecer, ou então até já te conheço, um pouco, e o que aí vem é só mais uma parte da descoberta.

E o que é engraçado é que, tal como a minha mãe, tua avó, escreveu um dia sobre a tua tia Mariana, já sei que não vais ser filha única e que um dia vamos ser 4. Quem sabe mais.

Temos a certeza certezinha que vamos ser todos, juntos, mais felizes.

Obrigada, Ema, da sempre tua
Mamã

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Her morning elegance (II)

Eu até queria trabalhar. Acabar umas coisas que fiquei de passar.
Eu até podia queixar-me das dores de costas à noite - há noites que não me deixam dormir.

Em vez disso, apanho este sol que entra pela janela.
E vejo-a mexer-se e imagino-a e fico neste modo aluado de estufa que sabe que vai ter saudades disto que tem agora mas que quer muito, daqui a um mês, tê-la de outra forma.

Moving Morning from Joana Capucho on Vimeo.


(e sim o meu vestido está cheio de pêlos e de migalhas. mas há coisas mais importantes)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Henehene Kou ʻAka

Do que a crise nos ensina.
Que o dinheiro não é tudo.
E que somos muitos a pensar da mesma forma:

"Porque lido diariamente com a fragilidade da natureza humana, tenho algum pejo em queixar-me das voltas que a vida me deu. De estar a ganhar tanto como quando comecei a trabalhar, depois de uma dúzia de anos de tarimba. De no final de cada mês verificar o dinheiro que tenho na conta antes de entrar no supermercado, para não passar vergonhas na caixa. De dar o litro no trabalho todos os dias {sim, que na Função Pública também se trabalha a sério}, e de chegar a casa sem paciência para os que amo e com uma recompensa cada vez menos justa no final do mês.

Tenho pejo em queixar-me, porque há muita gente a viver bem pior do que eu. Tenho uma casa maravilhosa que o meu pai ainda vai ajudando a pagar. Tenho uma família que me almofada a vida sempre que pode. Tenho ao lado o homem da minha vida e os únicos filhos que queria ter.

Mas também tenho medo, caramba. Medo de que haja um dia em que não possa cumprir compromissos. Medo destes cortes a direito que nos entalam a vida. E principalmente, medo de não transmitir aos meus filhos motivação para sonharem e força para concretizarem esses sonhos. Por mais altos que sejam.

Há 15 anos atrás a vida estava mais fácil e limitava-me a seguir-lhe o rasto sem grandes reflexões. E agora que a coisa aperta, agarro-a com unhas e dentes pela primeira vez, e digo-lhe que sou eu que estou na dianteira e que, apesar do medo, arrisco sonhar mais alto do que antes.

É fazer isso, ou morrer de vez."
Daqui:
http://marta-dolcefarniente.blogspot.pt/2014/01/da-minha-nova-tabela-salarial-e-do-medo.html

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

I will wait

Coisas que se aprendem quando se está de repouso em casa:

- Que depois de uns dias, uns 5, de alguma apreensão e quase vergonha (não fui feita para estar em casa), se passa a uma fase de resignação, e depois de quase "enjoy it while you can";

- Que, não estando de repouso absoluto (fechada numa cama sem acesso a nada), nunca estou sozinha: entre P., empregada, computador - e facebook e gmail e gtalk, algum trabalho (ainda a passar a pasta, chiu, não digam nada à SS), chamadas, visitas de amigos, ainda não deu para ficar triste por estar sozinha, porque simplesmente nunca estou, ou só estou quando quero;

- Que continuam a acontecer coisas muito boas: a E. acalma quando lhe falo ou ponho a mão, o P. começou a trabalhar e chega com mais energia e outro humor a casa;

- Que começaram uma data de séries novas na Televisão, mas que só vejo à noite por solidariedade com o P. que começou a vê-las comigo e porque não quero estupidificar.

- Que se relativizam algumas coisas - em particular a chuva e as mil coisinhas para fazer que já devia ter delegado mas não consigo;

- Que se prepara um ninho, com calma, achando que depois se vai ter tempo para remendar a colcha, arrumar as gavetas, fazer um mobile em origami, passar um livro de receitas a limpo. Já comecei algumas destas coisas, mas a E. vai mesmo ter de aguentar dois meses para isto ficar tudo mais ou menos feito;

- Que a Segurança Social Directa até funciona, com MUITA persistência e horas perdidas, mas que é melhor que ir para uma fila e ficar à espera;

- Que os serviços públicos de saúde ainda são muito bons em Portugal;

- Que o Continente Online não é barato, mas funciona muito bem.

- Que o que é importante não muda:
Amor, Família, Amigos.
Optimismo, Energia, Vida.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Come on Eileen

Chocadinhazinha: